Te olho o corpo que não existe
Vida, tal que me toma, transgressiva
Te renasce a hipótese agressiva
e eu vejo que minha pureza, resiste
Quisestes comigo o quê, vida ingrata?
Respeito tuas anarquias costumeiras
Sei que para ti, viver-me apenas basta
mas eu não estou disposto a brincadeiras...
Eu já vi teus anjos e demônios, talvez deuses
Desmistifiquei teus mitos de abominável compreensão
Te respondi dando o sangue ainda em meu coração
E foram mais de mil vezes...
Eu me encontrei sozinho, mas não te busquei
Vida que tal vida supura
Roubas de mim minha inocência desnuda
e dizes "-Foi para isso que te criei." ?
***Mateus Müller
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