Ao perderes tua razão, rio
entre minha consciência que te agride
Meu silêncio e superioridade, persistem
e agora, te revelo um segredo frio:
Meu silêncio perante tua voz
altiva e imperante, não revela medo
o quanto antes, revela a nós
por ti, o meu sacro desprezo...
E entre teus punhos cerra o ódio
enquanto estimulo minhas respostas
que te são como punhaladas pelas costas
e te entrego ao teu desamor próprio
E agora, finalizo tal discussão desnecessária
cria da tua insegurança universal
E termino sem fazer grande carnaval
deixo aos teus pés, uma inteligente batalha.
***Mateus Müller
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