segunda-feira, 23 de abril de 2007

Chimarrão de manhã, cedito no más;


Coloquei a água no fogo
Vou fazer meu chimarrão:
relembrar das minhas dores
enquanto lembro da Tradição

Eu vou ir embora
Sem ter pressa de voltar
Não vou deixar notícias
Vou eternamente nos separar.

A minha boca machucada
de tantas giletes mastigar
Recomeça a coçeira
parece que vai cicatrizar

Mas a água quente vai abrir os vasos
Eu vou começar a sangrar
mas o vício é maior que a dor
e a dor, vai passar...

Então, acordo: são 7 horas
minha boca não está cortada
a gilete está no criado-mudo
esperando ser mastigada!

Mas hoje vai ser diferente
Vou lá aquecer a água
Tomar um chimarrão quente
pra esquecer a distância da amada

Ah! Chimarrão...
Que vem amargo pra adoçar minha vida
Restaure meu coração
para mais outra manhã de sobrevida...

Um comentário:

Thatha disse...

nao muita coisa a comentar
"relembrar das minhas dores
enquanto lembro da Tradição"
eu mudaria esse trecho pra:
''recordar minhas dores
enquanto sigo a Tradição''

vc q pediu meu comentario
a poesia ta bem legal,mas me deu um calafrio
:P