sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Tudo que eu queria era uma xícara de café. Eu não tinha pra onde ir, sequer queria ter. Eu só queria correr. Pra fora do mundo, das ruas, dessas limitações pré-evolucionistas e pós-new age.

Ou pra dentro dos sonhos que nunca se contradizem. Que nunca se explicam, que nunca se limitam.

Um sonho que não tivesse fim.

Mas eu ainda não sabia correr.

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