segunda-feira, 23 de abril de 2007

Sal


Eu, que nasci do fogo
Renascia da morte toda manhã
agora vejo meu ódio sorrir de novo
como se fosse mais parte do passado meu amanhã

Não tenho vontade e nem me desespero
quando vejo o clamor dos anjos
Eu tenho apenas um suave desapego
quando noto qual lentamente decorre meus decanos.

Não estou obrigando e nem pedindo
um sorriso já não pode alegrar
a quem vê a dor chegando e residindo
no coração jogado ao mar

Que o sal desse mar acorde meu amor dormente
Que deriva seu sono de uma emoção parcial
Acima de mim, que esteja contente
ou que morra de uma vez e acabe com este mal

Chamado:Mateus Borges Müller.

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Até um outro momento, se alguém ainda passar por aqui.

Um comentário:

Thatha disse...

aew,to gostando de ver
a simplicidade dessa poesia deixou ela mt legal,tem mais a ver com teu estilo de escrever do ke as outras de ontem...rsrsrs