Eu, que nasci do fogo
Renascia da morte toda manhã
agora vejo meu ódio sorrir de novo
como se fosse mais parte do passado meu amanhã
Não tenho vontade e nem me desespero
quando vejo o clamor dos anjos
Eu tenho apenas um suave desapego
quando noto qual lentamente decorre meus decanos.
Não estou obrigando e nem pedindo
um sorriso já não pode alegrar
a quem vê a dor chegando e residindo
no coração jogado ao mar
Que o sal desse mar acorde meu amor dormente
Que deriva seu sono de uma emoção parcial
Acima de mim, que esteja contente
ou que morra de uma vez e acabe com este mal
Chamado:Mateus Borges Müller.
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Até um outro momento, se alguém ainda passar por aqui.
Um comentário:
aew,to gostando de ver
a simplicidade dessa poesia deixou ela mt legal,tem mais a ver com teu estilo de escrever do ke as outras de ontem...rsrsrs
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