Clamo, entre as linhas sagradas
que há muito tempo eu profanei
por um paraíso de almas desgarradas
que fique nas extremidade do querer
Eu não aprendi com o passado
maldito anjo acorrentado me revelou
que o mais belo é profanado
junto com a morte de quem o criou
Ah! Inconstante delírio
o grau mais alto e o coma
mais do que um infrutívero sorriso
brilha a decepção, nos olhos de quem sonha
Aprendia com a tristeza
e então esta me abandonou
falou de um novo sentimento de nobreza
apelidado, quiçá, de amor!
Mundo novo, poeta velho
armas que ferem ao curar
Esta noite, reflete no espelho
uma noite bela, por não ter luar!
Verso que se escreve por meus dedos
sem um fim e um encanto
educação deseducada pelo tempo
após a festa, o pranto!
Pranto de ter que sair daquela noite
que bordou seus tecidos em amizades
lembrar que existe a realidade e seu açoite
que existe toda essa normalidade!
Desejo incontido no verso
me banhe do lado oposto
que eu possa ser o aquiles transverso
para representar a guerra, de novo.
*****Mateus Müller
2 comentários:
linda
perfeita
maravilhosa
sem palavras pra descrever essa poesia
^^
tah perfectttttttttttt
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